A ritidoplastia, mais conhecida como lifting facial, é uma das técnicas com melhor resultado em rejuvenescimento. Indicada para pessoas com idade superior aos 45 anos, em média, essa técnica suaviza linhas de expressão, rugas, flacidez e o excesso de gordura do rosto. Ela pode ainda ser combinada com a aplicação da toxina Botulínica (Botox ®) ou com preenchimento com ácido hialurônico, para tornar o rejuvenescimento ainda mais evidente.
A cirurgia, considerada de grande porte, deve ser feita em centro cirúrgico com anestesia geral, e o paciente submetido ao lifting facial deve ficar, ao menos, 24 horas internado e em observação. Logo, procurar por profissionais gabaritados e credenciados a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), se faz necessário para evitar complicações durante e pós cirurgia.
Preciso mesmo de um lifting facial?
Antes de optar pela ritidoplastia é necessário identificar se o método trará o resultado esperado, ou seja, se ele realmente é indicado para o seu caso. Para ter uma ideia de quando essa cirurgia é indicada, alguns pontos são analisados entre eles: idade do paciente, grau do envelhecimento da pele, da quantidade de marcas de expressão e rugas.
Identificada essas necessidades, o cirurgião plástico identificará os pontos que serão melhorados por intermédio da cirurgia plástica, sendo que o lifting facial pode agir em três pontos distintos do rosto, sendo eles:
- Pescoço e papadas (terço inferior);
- Bochechas (terço médio);
- Sobrancelha e testa (terço superior).
Definido o plano cirúrgico, será necessária uma análise clínica da saúde do paciente e de exames complementares, como hemograma, tomografia e demais diagnósticos laboratoriais para minimizar qualquer complicação durante o procedimento, uma vez que estamos falando de uma cirurgia com o uso de anestesia geral.
Como é feito o procedimento?
Como já mencionado, o lifting facial é uma cirurgia de grande porte, sendo que o tempo médio no centro cirúrgico varia entre duas até cinco horas. O cirurgião plástico terá de retirar o excedente de pele do paciente e melhorar a musculatura interna. Para isso ele fará uma incisão (corte) em todo o contorno da lateral do rosto próximo ao cabelo e da orelha.
Ao descolar a pele da musculatura, pontos serão dados para unir esses músculos que se tornaram flácidos devido aos agentes naturais do tempo. Restaurada essa musculatura, o médico esticará a pele — deixando uma margem para que não fique extremamente artificial e repuxado o rosto — e cortará o excedente de pele.
Finalizada essa parte, o cirurgião vai suturar a incisão, sendo que os pontos ficarão bem rentes ao couro cabelo e das orelhas, para que posteriormente se tornem imperceptíveis. A complexidade do método cirúrgico pede muita atenção por parte do profissional. Qualquer erro pode fazer com que o rosto do paciente fique desproporcional, dificultando até a movimentação.